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08/12/2013
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Porque Envelhecemos | As Faces que a Morte pode Representar em Nossas Vidas
As Faces que a Morte pode Representar em Nossas Vidas  
Logicamente que não proponho uma conversa planejada de maneira dramática, catastrófica e deprimente, acredito sim que a morte deve ser tratada espontaneamente, cotidianamente e de uma maneira até humorada. Mas o que acontece, por exemplo, é o uso dos “[...] eufemismos que ajudam a disfarçá-la [...] dentro do contexto hospitalar, o paciente não morre: expira, se perde na mesa, vai a óbito, é paciente com síndrome de JEC (Jesus está chamando)” (MARANHÃO, 1987, p.11). Pior é “fazer da morte e do morrer um tabu [pois] ao afastar as crianças das pessoas que estão morrendo ou já morreram, estamos incutindo nelas um medo desnecessário” (KÜBLER-ROSS, 1975, p.31). Destaco, porém, que isso não significa que a criança deva ser levada, ou seja, obrigada, como acontece em muitos velórios a ver e beijar um defunto para obedecer e agradar um adulto, sem desejá-lo. Pior ainda, é negar às crianças certas informações e curiosidades, certos porquês [são] omitidos e apagados. Uma certa ordem “natural”, nas coisas, nos seres, nas ações dos homens, aparece, então, quase que como resultante de um acordo entre atores: “eu faço de conta que isto não me interessa e você faz de conta que isto não lhe interessa. Deste modo, problemas existenciais fundamentais – como a vida e a morte – não são discutidos” (ROSEMBERG, 1985, p.64-65, grifo nosso). DOAÇÃO MOROSA

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