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08/12/2013
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Longevidade & Precocidade | Alto Contágio à Vista
Alto Contágio à Vista  
Especialistas alertam para a pandemia de hepatite C que poderá atingir o mundo nos próximos anos. Para Roberto Focaccia, do Emílio Ribas, o problema será mais grave em países como o Brasil. Por Eduardo Geraque O professor Roberto Focaccia, coordenador do grupo de hepatites do Hospital Emílio Ribas, é autor de um dos poucos trabalhos publicados até hoje em que se procurou avaliar a prevalência da hepatite C na população de São Paulo. No final da década de 1990, ele verificou que 1,42% das pessoas entre 2 e 80 anos eram portadora do vírus causador da doença, mas não sabiam. “No mesmo estudo, observamos que a prevalência era muito maior, da ordem de 3,8%, entre os com mais de 30 anos”, disse Focaccia à Agência FAPESP. Como a hepatite C pode demorar de cinco a 50 anos para se exteriorizar, as próximas décadas deverão assistir à corrida de indivíduos infectados para o sistema de saúde. “Haverá um impacto muito grande, por exemplo, no número de transplantes de fígado”, acredita Focaccia. Segundo o pesquisador, que participou do 2º Congresso de Infectologia do Cone Sul, realizado na semana passada em São Paulo, estimativas mostram, por exemplo, que esse tipo de cirurgia será um dos mais freqüentes nos Estados Unidos em 2020. DOAÇÃO MOROSA

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