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08/12/2013
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Longevidade & Precocidade | Patriarcas em Extensas Famílias
Patriarcas em Extensas Famílias  
Seu trabalho apresenta uma crítica à ideia de que nas sociedades pré-modernas os idosos gozavam de prestígio e eram respeitados pelos demais em sua autoridade e sabedoria: uma "idade de ouro da velhice" ou uma "gerontocracia" derivada da posição de patriarcas em extensas famílias onde os velhos detinham conhecimento e poder. Com o processo de modernização, a industrialização traria o afastamento dos velhos do mundo produtivo, a urbanização resultaria na redução do tamanho da família esgotando o poder patriarcal do idoso, cujo saber não seria mais adequado às necessidades dos jovens escolarizados e mais valorizados e, por fim, a marginalização e a solidão constituiriam, em conjunto, as mazelas de uma nova forma de discriminação social: o "etarismo". Groisman, e Debert (1997) consideram a fragilidade da tese da idade de ouro, tanto pela insuficiência de informações sobre a velhice no passado remoto, quanto pelo fato de que em culturas contemporâneas, como o Japão, a modernização não resultou, necessariamente, em declínio de status para os mais velhos. DOAÇÃO MOROSA

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